A vida são dois dias… como é que os vivemos?
O cristão não se define pelas suas próprias qualidades ou posses, mas por aquilo que se tornou ao responder ao amor de Jesus.
O cristão não se define pelas suas próprias qualidades ou posses, mas por aquilo que se tornou ao responder ao amor de Jesus.
O primado porventura mais subtil – talvez também mais rasteiro – do populismo, é a primazia do eu ou do ‘nosso grupo’ em relação ao nós aberto e universal. Quem reza “Pai Nosso” não reza nem pai meu, nem pai de pessoas selecionadas.
Ao escrever estas linhas, não consigo afastar o sentimento de hipocrisia que me inunda. Mas a minha incoerência de vida não deve soterrar, nem o apelo do Papa Leão XIV, nem o testemunho cristão do meu avô Manuel e da minha mãe.
O ser humano, porque criado à imagem e semelhança de Deus-que-é-assim, aprende que a verdade de si mesmo não está em impor-se como um soberano prepotente nem em contemplar-se como Narciso estéril, mas que está em ser-para-outro.
Aprendemos a integração entre fé, razão e a vida quotidiana, a colaborar, discernir, rezar e servir — competências humanas e espirituais que formam pessoas, porque tocam e trabalham a dimensão do ser.
A realidade de hoje não é menos desafiante que no tempo de Inácio: os descartados, os refugiados e os migrantes, os jovens sem esperança, o cuidado da casa comum, etc. Deus habita e trabalha no mundo, daí a Esperança.
Para onde nos leva a nossa tolerância? O que estamos a instaurar quando confundimos proteger minorias com suprimir o debate?
O P. Cruz aprendeu a fazer da sua vocação e da sua vida, da sua missão e ação sacerdotal, um ato contínuo de amor a Deus e ao próximo. Como Santa Teresinha o Padre Cruz podia afirmar “a minha vocação é o amor”.
Revejo Sopranos e, à conta de televisão bem escrita, recupero lições que me auxiliam no dia-a-dia e fazem com que lide melhor com uns Estados Unidos da América que por estes dias têm carregado uma Cruz de sacrifícios menores.
Relocalizar implica dar prioridade à produção local dos bens e serviços destinados à satisfação das necessidades da população, através de empresas locais, reduzindo assim os “consumos intermédios” produzidos pelos transportes.