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Digo ou não digo?

Há uma tese, diria mesmo, uma resposta objetiva, um critério, para fazer face à pergunta que dá título a esta reflexão. E é esta: sim, digo, se a relação tiver futuro.

Empanturrados de religião

Num tempo de muitas propostas espirituais que nos podem trazer um enorme bem, um texto que nos ajuda a distinguir o essencial do acessório.

A Igreja dos pobres que (ainda não) sou

Vale a pena ser Igreja para ser pobre pois só o pobre pode partilhar. A sensibilidade à pobreza e solidariedade são mandatos humanistas e universais. As metodologias são diferentes e o nosso distintivo é o primado de aceitar a vida como dom

A saudade da missa é estruturalmente insuficiente

O pão que se parte e reparte na missa é a fragmentação que nos parte o coração mas nos fascina pela agudeza da dádiva radical. É a celebração que nos impele a acudir os necessitados. Essa, é sem dúvida a saudade do futuro que nos faz falta.

Coronavírus, disciplina e liberdade

Quem escolheu viver em clausura pode dar-nos algumas dicas sobre como viver num espaço confinado. Estas passam pela disciplina e pelas rotinas, bem como pelo tempo de silêncio.