CANAL DE DENÚNCIAS DA
PROVÍNCIA PORTUGUESA DA
COMPANHIA DE JESUS
A Província Portuguesa da Companhia de Jesus (PPCJ) dispõe de várias Políticas de Integridade que promovem ambientes seguros, éticos e transparentes em todas as suas obras e serviços:
– Serviço de Proteção e Cuidado, incluindo a Proteção e Cuidado Digital
– Prevenção da Corrupção
– Privacidade e Proteção de Dados
Cada política identifica claramente os seus objetivos, responsáveis e contactos diretos para apoio e acompanhamento.
Para além desses contactos específicos, a PPCJ disponibiliza um Canal de Denúncias único, seguro e confidencial, que permite comunicar situações que possam constituir violação das Políticas de Integridade, da lei ou de normas internas.
Para que serve este canal?
O Canal permite comunicar, de forma segura, situações como:
- condutas contrárias à ética, às políticas internas ou à legislação;
- atos de corrupção, fraude, suborno, abuso de poder ou conflito de interesses;
- práticas que comprometam a dignidade, segurança ou bem-estar de qualquer pessoa;
- irregularidades relacionadas com proteção e cuidado, privacidade ou dados pessoais;
- suspeitas de violência, maus-tratos ou situações de risco.
Quem pode utilizar o Canal?
O Canal está disponível para todas as pessoas que se cruzam com a missão da PPCJ, incluindo:
- Jesuítas, trabalhadores e colaboradores;
- Voluntários e estagiários;
- Alunos, famílias e encarregados de educação;
- Participantes em atividades pastorais, sociais, educativas e culturais;
- Beneficiários de serviços;
- Qualquer pessoa que atue, participe ou seja impactada por uma obra, comunidade ou serviço da PPCJ
Segurança, confidencialidade e anonimatoA denúncia é submetida numa plataforma externa e independente (Trusty), garantindo total confidencialidade e, se assim o quiser o denunciante, anonimato completo.
Nenhuma forma de retaliação é tolerada contra quem comunica uma situação de boa-fé.
Ao anexar documentos, recomenda-se o uso de PDF, para evitar metadados que possam expor a identidade do denunciante.
Como apresentar a denúncia?
Para permitir um tratamento rigoroso, recomenda-se incluir:- descrição detalhada da situação;
- identificação das pessoas envolvidas (se conhecida);
- data e local dos factos;
- documentos de apoio (quando existam).
Como a denúncia é tratada?
O procedimento de tratamento inclui os seguintes passos:
- Receção e registo da denúncia
- Avaliação preliminar (para verificar elegibilidade e risco imediato)
- Atribuição para análise a um responsável imparcial (Coordenador SPC / RCN sempre que esteja garantida a independência e ausência de conflito de interesses)
- Investigação interna — recolha de factos, documentos e testemunhos
- Conclusão e decisão
- Comunicação ao denunciante, sempre que aplicável
A Equipa Provincial do Serviço de Proteção e Cuidado, enquanto gestora do canal de denúncias, recebe e analisa preliminarmente a denúncia (passos 1 a 3).
Esta Equipa encaminha o caso à direção da Obra / Comunidade para averiguação interna, conclusões e adoção de medidas preventivas e corretivas (passos 4 e 5);
As conclusões são comunicadas pela direção à Equipa Provincial do SPC para que esta possa prestar informação ao denunciante (passo 6).
Prazos de resposta e acompanhamento
- Até 7 dias: confirmação de receção da denúncia
- Até 90 dias: conclusão do tratamento (prazo legal padrão, salvo exceções justificadas) e comunicação ao denunciante das medidas previstas ou adotadas e sua fundamentação.
- O denunciante pode, a qualquer momento, acompanhar o estado do processo, mantendo sempre o anonimato, e comunicar com o gestor do caso através da própria plataforma.
Responsável pelo Cumprimento Normativo do Regime de Prevenção da Corrupção
Sofia Marques
Coordenadora Provincial do Serviço de Proteção e Cuidado
