A vocação de não deixar cair
Num mundo de solidão silenciosa, relações descartáveis e vidas fragmentadas, viver realmente uns com os outros tornou-se quase contracultural.
Num mundo de solidão silenciosa, relações descartáveis e vidas fragmentadas, viver realmente uns com os outros tornou-se quase contracultural.
Aprendemos a integração entre fé, razão e a vida quotidiana, a colaborar, discernir, rezar e servir — competências humanas e espirituais que formam pessoas, porque tocam e trabalham a dimensão do ser.
A casa dos avós foi o primeiro mosteiro da minha infância: onde se rezava com o corpo, se aprendia com os afetos e se partilhava com verdade.