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A culpa é do Camões

Camões ensinou-me a saber reconhecer as minhas lágrimas na cara daquelas mulheres que soluçavam pelos filhos e a dar voz às suas súplicas. A chorar a mudança e o tempo que não volta, mas em tudo querer novidade.

Paz?! Que Paz?

O cristianismo, argumenta Mounier, é realista. Aceita a inevitabilidade da força-bruta do mundo natural e procura transformá-la em força-virtude pela inserção progressiva da justiça e da superabundância da caridade.

Mãe, eu não quero morrer!

Para mim, que tenho uma necessidade de compreender e racionalizar a realidade que me envolve, imaginar um futuro sem tempo, sem espaço, sem fim e sem forma é mesmo uma prova de fé e de entrega e de amor.