A pedagogia da Quaresma, a partir do sinal das cinzas
As cinzas recordam a fragilidade; o caminho quaresmal transforma-a em lugar de encontro. Não penso na morte, mas no começo. Não na derrota, mas na possibilidade real de transformação.
As cinzas recordam a fragilidade; o caminho quaresmal transforma-a em lugar de encontro. Não penso na morte, mas no começo. Não na derrota, mas na possibilidade real de transformação.
O cristão não se define pelas suas próprias qualidades ou posses, mas por aquilo que se tornou ao responder ao amor de Jesus.
O que deveríamos estar a discutir seria uma legislação laboral que promovesse o bem comum, respeitando a dignidade da pessoa humana e a centralidade da família.
Um novo olhar sobre esta festa como uma aprendizagem para a vida em sociedade e em Igreja.
A Cruz, que é para nós o sinal maior da vitória do Amor, obriga-nos a permanecer sempre, sob pena de, se a abandonarmos, estarmos a trair todos os crucificados deste mundo.