Diásporas africanas e desenvolvimento: bastam as remessas?
Sem ações genuínas pela paz no continente, as remessas por si só são ineficazes para o desenvolvimento.
Sem ações genuínas pela paz no continente, as remessas por si só são ineficazes para o desenvolvimento.
Opinião
O “território” não é só território. É habitado não por “eleitores”, mas por pessoas concretas, com desejos, medos e frustrações – mas também, numa democracia, com poder para mudar o seu destino.
Notícia
A proposta foi apresentada pelo Presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar Branco, e recebeu a aprovação dos deputados de todas as bancadas parlamentares, que cumpriram depois um minuto de silêncio.
Opinião
Até onde, até quando continuaremos a ser meros espectadores, satisfeitos com o lugar de treinador de bancada? Quando passaremos a ser consumidores atentos que refletem, pensam pela sua cabeça e não se deixam enganar por tudo a que assistem?
Há um Andy que cresce dividido entre os seus brinquedos e um deputado Andy que se prepara para governar a Inglaterra dividido entre políticas incompatíveis; em ambos, tudo se decide por uma assinatura escrita por baixo da bota.
Há 200 anos, John Adams e Thomas Jefferson morreram no dia da independência dos EUA. 250 anos depois dessa data, temos o Supremo Tribunal no centro do debate, o país dividido, e podemos perguntar: o que daqueles adversários ainda sobrevive?
Recusar uma política do “grito” não significa desvalorizar os conflitos que atravessam a sociedade. Significa reconhecer que esses conflitos precisam de ser enquadrados de forma a não destruir os laços que tornam possível a vida em comum.
A tese da loucura é uma armadilha. De cada vez que um político nos parece insano, é toda uma estrutura que o permite. Não é doença. É política.
Ao atravessar fronteiras visíveis e invisíveis, o Papa Leão XIV faz algo incómodo: lembra que nenhuma arquitetura internacional será sólida se não assentar na pessoa humana e que a paz não é apenas ausência de guerra: é presença de justiça.
Os decisores políticos convidam agora a comunidade científica em Portugal a desenvolver tecnologias e artefactos militares. Eco de outras épocas de catástrofe, assistimos ao envolvimento da ciência com a organização e a produção da morte.