O Presidente como garantia democrática
O que a Constituição lhe confia – e o que a democracia espera quando o sistema entra em tensão.
O que a Constituição lhe confia – e o que a democracia espera quando o sistema entra em tensão.
Ou fazemos da educação um verdadeiro lugar de esperança partilhada, ou nos resignamos a gerir o presente sem ousar sonhar o amanhã. A esperança que aqui se propõe não é evasão nem retórica utópica; é compromisso.
A ideia fundamental do Ocidente é a Liberdade. O triunfo de uma ordem iliberal, indiferente à democracia e às regras será o fim do nosso mundo. A China nunca o defendeu, Trump está a destruí-lo.
É um pensamento talvez estúpido, mas é um pensamento que faz algum sentido num mundo de tempos em tempos incompreensível: invadir e ocupar os amigos que sofrem, os amigos que precisam dos amigos.
Nunca tivemos tantos recursos, ferramentas e facilidades como hoje, mas continuamos a insistir, mais que nunca, que estamos sem tempo.
Somos mais racistas do que éramos há sessenta anos? Ou nunca fomos racistas? Não podemos alterar o passado, mas também não podemos olhar o passado com o que somos hoje.
O desafio das democracias liberais não reside na presença do outro, mas na dificuldade em repensar os fundamentos de uma vida em comum num imaginário preenchido por Estados-nação egocêntricos.
Talvez o maior paradoxo seja este: em nome da proteção do consumidor europeu, estamos a prejudicá-lo cada vez mais; em nome da sustentabilidade das empresas, estamos a sufocá-las; em nome da harmonização, estamos a fragmentar.
Como seria a nossa vida se vivêssemos a partir do amor, se praticássemos a justiça e se acolhêssemos a realidade e os seus limites? O que podem os valores da libertação, do descanso e da restauração dizer aos nossos dias?
Ver para crer. Tocar para acreditar. Estes meses foram cheios da presença de Cristo em tudo o que me rodeia. Na comunidade ferida, nos jovens apaixonados, nas despedidas súbitas.