A concavidade do silêncio
«Atelier de Quaresma – a arte da contemplação» propõe o regresso a uma sabedoria antiga, a sabedoria do silêncio. Neste quinto artigo vemos como a oração silenciosa nos conduz ao estilo de Jesus.
«Atelier de Quaresma – a arte da contemplação» propõe o regresso a uma sabedoria antiga, a sabedoria do silêncio. Neste quinto artigo vemos como a oração silenciosa nos conduz ao estilo de Jesus.
No meio da instabilidade a nível geopolítico, o que terá para nos dizer um santo do Oriente, incluído no martirológio pelo Papa Francisco? Santo Isaac o Sírio recorda-nos que deveremos ter “um coração que arde em favor de toda a criação”.
Que soluções estão ao nosso alcance? Devemos começar por regular as redes sociais e as grandes tecnológicas ou apostar na educação como forma de nos defendermos e de construirmos pontes entre as pessoas?
«Atelier de Quaresma – a arte da contemplação» propõe o regresso a uma sabedoria antiga, a sabedoria do silêncio, como antídoto para a divisão que a dispersão cria em nós. Neste quarto artigo somos desafiados a três entregas essenciais.
António Lobo Antunes lutou com Deus toda a sua vida. Como é que biografia e Deus se cruzam no conjunto da sua obra literária?
Face à hipocrisia dos que praticam boas obras para serem vistos e elogiados pelos outros, Jesus pede que os nossos gestos, ritos e práticas sejam vividos com verdade.
«Atelier de Quaresma – a arte da contemplação» propõe o regresso a uma sabedoria antiga, a sabedoria do silêncio, como antídoto para a divisão que a dispersão cria em nós. Neste terceiro texto são-nos apresentados os Padres do Deserto.
Saint-Exupéry é um homem de gestos e são os gestos que nos ficam dos seus livros. Talvez sejam os seus livros verdadeiros manuais práticos. E porque não fazer da literatura um manual prático para a vida?
A inclusão de pessoas com deficiência tornou-se um ‘lugar-comum’, mas continua longe de ser um lugar partilhado.
As cinzas recordam a fragilidade; o caminho quaresmal transforma-a em lugar de encontro. Não penso na morte, mas no começo. Não na derrota, mas na possibilidade real de transformação.