A Sagrada Família está na minha família
Pude contemplar a vocação para a família, em particular a parentalidade, e como no presépio podemos encontrar um modelo para a sua vivência.
Pude contemplar a vocação para a família, em particular a parentalidade, e como no presépio podemos encontrar um modelo para a sua vivência.
Um conto em tempo de Natal.
Passamos a vida a tirar as espinhas a Deus. Alguns para fazer dele um pega-monstro ou um boneco antisstress. Alguns para afiar as vértebras. Confunde-nos um Deus que nos leva demasiado a sério.
Subo às alturas de onde desceste e há um anjo que me anuncia.
Caminhava pelas ruas de barba já branca, mas sempre rodeado de crianças que viam em mim um avô. E eu via nelas o sorriso de Cristo.
Logo no início da visita, o Cardeal Pizzaballa, Patriarca Latino de Jerusalém, tentou alertar o P. Arturo Sosa para a complexidade da realidade local: “Ninguém está disposto a envolver-se porque todos acreditam que só eles estão a sofrer”.
O meu olhar deteve-se na única parte do corpo exposta: as mãos. Têm algo de especial: chagas.
Já crescidos, o livro continuava a maravilhá-los. Sobretudo porque púnhamos, o pai ou eu, a borboleta a voar pelo quarto.
Saí do cinema com a sensação de ter tocado numa história que me habita desde criança.
A importância da experiência do Advento – entendida como o caminho para a Encarnação – recentra-nos num paradigma que não é o da urgência, mas o da atenção. Não o da avidez, mas o do significado.