Teresa Cunha Pinto, Autor do Ponto SJ

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Não sei onde o mar começa

Não sabermos onde o mar começa leva-nos, como a Sophia de Mello Breyner, à presença do real. Leva-nos ao lugar do assombro, do espanto, do milagre confiado, do que, apesar de não ser nada de fantástico, pode verdadeiramente sê-lo.

A maior prova de que estamos vivos

O ser sal da terra é a ação de Deus em nós. É o contrário de se viver fechado. Ser sal da terra é viver de coração escancarado e aberto ao mundo e, por isso, nunca indiferente.

Posso comprar-te com nada!

Quando nos dispomos a olhar nos olhos, quando nos dispomos a um encontro profundo com o outro e quando nos entregamos de coração, o nada é o milagre a acontecer.