Rita Sacramento Monteiro, Autor do Ponto SJ

Últimas

A revolução de Francisco

Um ano após a sua morte, recordamos o Papa Francisco. Foi revolucionário não pelas suas forças mas porque se deixou conduzir pelo Espírito Santo e se entregou. O seu modo foi em caminho — em processo — até aos últimos minutos da sua vida.

E se a vida puder ser mais inteira?

Como seria a nossa vida se vivêssemos a partir do amor, se praticássemos a justiça e se acolhêssemos a realidade e os seus limites? O que podem os valores da libertação, do descanso e da restauração dizer aos nossos dias?

Gaza grita. A Humanidade não pode calar-se

Peço uma paz desarmada de interesses que não sirvam o bem comum, e desarmante ao ponto de converter os corações mais duros. Às armas, ao ódio e à divisão, respondamos com mais oração, mais diálogo fraterno e mais participação cívica.

Como iremos?

Como iremos então juntos? Uma Igreja que quer fazer caminho em comunhão não pode partir para a caminhada a partir do medo da diversidade ou da realidade, sob pena de negar a sua origem e identidade.

Viver a partir de que lugar?

O contacto com a realidade da morte traz ao de cima as imagens que temos de Deus. É duro fazer perguntas a Deus sobre o que aconteceu, ou ouvir comentários piedosos sobre um Deus que escolhe quem vem buscar!