Honrar Charlie Kirk
Charlie Kirk foi morto a fazer aquilo a que dedicou a sua vida. Foi morto porque arriscou argumentar com quem pensa de forma diferente.
Charlie Kirk foi morto a fazer aquilo a que dedicou a sua vida. Foi morto porque arriscou argumentar com quem pensa de forma diferente.
Do Papa Francisco importaria atender à forma como as suas palavras nos puseram a falar uns com os outros, com os próximos e os distantes, dentro da Igreja e fora dela e como os seus gestos nos puseram a agir em comum.
A França parece ter ingredientes: democracia, partidos, instituições, mas está sem receita e sem remédio. E sem um Ratatui (um primeiro-ministro acertado), parece que está condenada a azedar.
Para uma pedagogia interior que nos ajude a saborear os frutos, a combater a frustração, a semear virtudes como quem faz bons enxertos.
O empenho do Papa corresponde à luta por uma forma de justiça a que não estávamos habituados: justiça ambiental. Um conceito paralelo ao de desenvolvimento integral que representa uma necessidade urgente que vai além da proteção ambiental.
As seis recomendações de S. Inácio são um convite a um exame sério da nossa forma de comunicar, do interesse e tempo que dedicamos a conhecer o outro, da forma como usamos a argumentação para nos defendermos ou ter razão.
Este “tempo” convida os cristãos e todas as pessoas de boa vontade a tomarem consciência do seu papel de guardiões da criação, agradecer os dons de Deus, a rezar e a agir para cuidar da nossa Casa Comum.
A solução não está apenas em mais leis ou mais tecnologia. Está, sobretudo, em repensarmos o que valorizamos como sociedade. Sucesso, excelência e liderança não podem continuar a excluir o cuidado.
Combater a pobreza envolve a partilha generosa do coração. Isso julgo que podemos fazer: escutar, acompanhar, tomar todas as diligências para melhorar a vida da pessoa e, no fim do dia, dar generosamente um abraço.
Nada disto são palavras bonitas, conjugadas com cuidado, escritas, apagadas e reescritas. São dúvidas, questões, certezas e incertezas. Revelam vidas e mortes, fracassos e sucessos, gente que cai e gente que se ergue.