O desenvolvimento humano integral como novo nome da paz
Para ser integral, o desenvolvimento humano tem de incluir a todos. É o que todos desejamos, para nós mesmos, a nossa família, a nossa comunidade, a nossa nação, a humanidade inteira.
Para ser integral, o desenvolvimento humano tem de incluir a todos. É o que todos desejamos, para nós mesmos, a nossa família, a nossa comunidade, a nossa nação, a humanidade inteira.
Ser vegetariano num mundo de carnívoros pode parecer ingénuo, mas será talvez a única via que nos pode levar à vida e à felicidade. É atravessar a porta estreita do seguimento de Jesus.
Não faltam apelos dos sucessores de Pedro a resistir à presente onda de racismo, xenofobia, indiferença e recusa de compaixão e empatia.
O empenho do Papa corresponde à luta por uma forma de justiça a que não estávamos habituados: justiça ambiental. Um conceito paralelo ao de desenvolvimento integral que representa uma necessidade urgente que vai além da proteção ambiental.
Ser cristão é isto. Ninguém nos enganou, nem iludiu. “A partir daí, muitos dos seus discípulos voltaram para trás e já não andavam com Ele. Então, Jesus disse aos Doze: «Também vós quereis ir embora?»
As instituições, públicas e privadas, as organizações de cooperação, as agências humanitárias, os técnicos e agentes terão, diariamente, de fazer escolhas difíceis e brutais acerca da utilização dos parcos orçamentos disponíveis.
As práticas de sinodalidade constituem uma verdadeira profecia social face a tendências dominantes, oferecendo “um contributo peculiar na procura de respostas a muitos desafios que as sociedades devem enfrentar e na construção do bem comum.
Importa encontrar mais avenidas de colaboração entre as Igrejas do Norte e do Sul, para enfrentar com maior eficácia e realismo os tremendos desafios que a humanidade tem pela frente quanto ao cuidado da casa comum.
Publicação da habitual mensagem pontifícia sobre as migrações aconteceu, por coincidência, numa semana que terminará com as eleições para o Parlamento Europeu e em que o tema das migrações tem estado no centro do debate político.
O Papa apela também ao diálogo político e social num “ano de 2024 que verá a convocação de eleições em muitos Estados” e aponta ainda para o diálogo inter-religioso como caminho da paz.