Cuties e a agenda da Netflix? Não, obrigada.
Se é preciso combater a hipersexualização das crianças, que abre caminho à pedofilia como opção, não podemos re-criar a hipersexualização das crianças, nem mesmo sob as vestes de arte.
Se é preciso combater a hipersexualização das crianças, que abre caminho à pedofilia como opção, não podemos re-criar a hipersexualização das crianças, nem mesmo sob as vestes de arte.
O sobre-endividamento crónico da economia portuguesa evidencia um círculo vicioso entre fraca produtividade e défice de capital. Resolver problemas difíceis como este – tipo ‘ovo e galinha’ – requer propostas e debates bem fundamentados.
Viver o Vaticano II a partir de um diálogo com a mentalidade contemporânea, sem a assimilar acriticamente e evitando ruturas radicais com o passado da Tradição cristã.
Nunca houve tanto consenso no País, tanta concordância com as decisões tomadas no confinamento, no desconfinamento, na contingência, na calamidade. A paz é tanta que corremos o risco de adormecermos de tédio.
O dia começa e os telefones não param. As horas e os dias passam a voar entre listas de tarefas intermináveis, redes sociais, alertas e nós a sentir que estamos a falhar em alguma coisa, embora teimemos ignorar em quê.
O caso de Reguengos convoca-me para a relação dos pais com os filhos e dos filhos com os pais. E conduz-me sofregamente à certeza de que estaremos a falhar. Há um caminho que teremos de percorrer, que estamos obrigados a cumprir: humanizar.
A melhoria dos resultados escolares dos nossos alunos está umbilicalmente ligada à melhoria das equipas educativas. Precisamos de encontrar maneira de ter cada vez mais professores competentes, motivados e a trabalhar em equipa.
Consciente ou não, a necessidade de cultura aumentou. Exprime-se na vontade de voltar a ser público, a ser espectador, a ser audiência, não apenas na própria casa mas nas casas próprias da cultura.
Estão, pois, todas reunidas, as condições para um provável agravamento das circunstâncias sanitárias e das respetivas consequências nos planos económico e social.
Casar é sempre um risco. Para que o medo de decidir, diante desta ordem de grandeza, não seja mais forte que a capacidade de avançar é necessário acreditar que o sim que o matrimónio exige, não é improvisado e ingenuamente espontâneo.