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Joker, para que o mal não se torne banal

Filme não é só chamada de atenção em relação ao mal e suas consequências, como é um desafio a sermos responsáveis por uma cultura de bem e pelo cuidado do outro. É um desafio a levarmos a sério a responsabilidade dos nossos gestos diários.

É urgente recuperar o coração

Recuperar o coração significa, em primeiro lugar, restabelecer a totalidade que a contemporaneidade parece esquecer. É fácil ficarmos presos em visões parciais e fragmentadas do homem e da realidade, no nosso pequeno mundo.

A sede é uma água que nos dá vida

Gosto de olhar as pessoas como quem contempla as águas.
Há as pessoas nascente. São límpidas e transparentes, habitualmente delicadas. Correm em fio, com cinco minutos perto delas saímos renovados.

Fio condutor

Fazer a experiência de uma vida entulhada de eventos e atarefada até ao milésimo de segundo não é necessariamente gozar uma vida mais completa, mais cheia e mais feliz. Pode, aliás, ser exatamente o contrário.

Da utilidade da clausura

Há quem diga que a clausura é uma verdadeira inutilidade, que está fora de moda, que é uma perda de tempo e de vida. Será mesmo assim?

Pode o corpo falar de Deus?

O corpo humano, como um «evangelho vivo», revela o mistério do homem e o mistério de Deus. A Encarnação do Verbo exprime o abraço onde o divino e o humano se encontram de forma inseparável.

Da necessidade do vazio

O vazio assusta-nos, temos-lhe medo, quase horror. Pensar numa vida vazia, num coração vazio, numa casa vazia, não é acolhedor nem quente, nem enche as medidas. Pode o vazio trazer algo de bom?