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Privilegiados

É certo que não podemos mudar o mundo com decisões sobre se damos 2 reais pelas balinhas de uma criança cujo olhar já tem muito pouco de felicidade. Mas podemos usar o que vemos todos os dias para termos noção de quão privilegiados somos.

O que é a verdade?

Caímos muitas vezes na tentação de justificar tudo o que acontece com a certeza de que Deus sabe o que faz. Sabemos que sim, que Ele sabe o que faz. Mas isso não torna mais fáceis os acontecimentos, as ações, os sentimentos, as decisões.

Liderar com amor

Ali, por debaixo das horas de trabalho, dos resultados que apresenta, da eficiência e da boa ou má-disposição diária, estão seres humanos que até podem trabalhar como máquinas mas que sentem como mulheres e homens que são. 

Da generosidade

Há uns anos trabalhei com uma pessoa que tinha uma característica que ainda hoje recordo com muitas saudades: tempo para ouvir e para responder. Qualquer pergunta que lhe fosse feita era sucedida de, pelo menos, 5 segundos de silêncio.

Da vontade de amar

Aprendemos a amar desde o momento em que nascemos: amamos aquele corpo, aquela voz que conhecemos depois de nove meses de formação; amamos aqueles olhos, aquelas mãos, aqueles colos. Mas, o que fazer para que o Amor não acabe?

Empatia

Desconfio verdadeiramente que andamos a sofrer de uma grave falta de empatia. Deixámos de ter a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro e de partilhar a sua dor, o seu sofrimento, as suas angústias e os seus dilemas.

As jarreteiras podem mudar o mundo?

Quando falamos em escuteiros sabemos imediatamente quais são as primeiras imagens que vêm à cabeça de quem nunca pertenceu ao movimento: rifas e jarreteiras. É só isto que o escutismo deixa na sociedade portuguesa?

Retratos de uma Igreja

O que dizem alguns católicos contemporâneos sobre a experiência de Igreja? Como imaginam a Igreja “ideal”? Um texto despretensioso com retratos simples e, certamente, tão frequentes.

Entre a sede e as fontes

Na experiência crente, a pergunta sobre «onde está Deus» interroga-nos sobre o modo como olhamos para o mundo e os outros. Se é verdade que somos habitados pela sede, precisamos de ganhar olhos para descobrir as fontes imprevistas.