«Uma vocação dentro da vocação». Obrigado, D. Daniel, pelo testemunho
Obrigado P. Daniel, obrigado pelo testemunho de uma fé que te levou a viver agradecido e a morrer sem amargura.
Obrigado P. Daniel, obrigado pelo testemunho de uma fé que te levou a viver agradecido e a morrer sem amargura.
“Mais que nunca, a Eucaristia é hoje, nesta era do digital, um lugar onde podemos continuar a ser humanos.”
Tudo indica que Leão XIV deseja levar adiante o caminho de uma Igreja missionária, sinodal, atenta aos últimos e aberta à escuta, cooperando com a graça na fidelidade ao legado de Francisco e à Tradição viva da Igreja.
Da mesma forma, a beleza do mito, que nos enche o coração de esperança, não nos dá uma demonstração cabal da existência do ser divino. É aqui que me lembro de Pascal: no que à questão de Deus diz respeito, a razão é incapaz de decidir.
Em Coup de chance, em vez de se dizer explicitamente que a vida é horrível, efémera e brevíssima, revela-se mais o encanto por ter vindo ao mundo, ainda que seja cruel, injusto e desprovido de sentido.
Entre ativistas apocalíticos e negacionistas irresponsáveis, surge Francisco.
A fé consiste em ir encontrando Deus «no fundo da nossa existência», nessa experiência de sermos amados e de queremos permanecer nesse amor.
Com o relato de Patrick aprendemos que não falar, não assumir o abuso, a injustiça, leva a vítima a experimentar uma negação que, ao invés de apagar, intensifica a dor.
Nunca iremos esquecer que “amar” é o último verbo que Bento XVI emprega nas palavras que profere neste mundo. Ao morrer, apenas diz: “Jesus, amo-Te”.
No fundo, Nancy parece não se contentar com um humanismo que, aparentemente, nos tem deixado secos por dentro. E é talvez aí que ele veja para além do seu tempo.