Últimas

Quando as ideologias se sobrepõem à realidade

Os sindicatos são movimentos sociais independentes, mas parece inegável o peso que determinados partidos e as suas agendas políticas exercem sobre eles. Estará a descredibilização do movimento sindical relacionada com a sua partidarização?

Estado de asfixia

Quarenta e cinco anos depois do discurso inaugural que marcou o 25 de Abril, hoje, dia em que se assinala o 25 de Novembro, é relevante perguntar: a que Estado chegámos nós?

Nascer português

É inaceitável que continuem a existir portugueses que vivem na rua, dormindo em tendas, em camas de cartão, em portadas de prédios, envoltos em mantas sujas, nas ruas em que circulamos diariamente e onde os ignoramos.

O menos mau

Não há desculpa para que não estejamos atentos aos sinais que outros antes de nós não conseguiram – ou não quiseram – ver; para que saibamos ler nas entrelinhas e reconhecer o recrudescimento de males antigos ainda que com novas roupagens.

Crescimento económico: tem mesmo de ser?

Chegámos aqui porque o Estado utilizou a dívida de forma errada, não como resposta a uma vontade coletiva de criar melhores condições para que cada pessoa se desenvolva. Investimos de menos naquilo que nos permitiria escolher crescer.

Quais políticas?

Votar em quem, se não há ninguém que vá ver as condições em que vivem? Entre uma esquerda que os usa e uma direita que os responsabiliza, nenhuma oferece soluções. Talvez ninguém queira saber.

Das aparências de bem na política

É importante conhecer bem as propostas de todos os partidos políticos, confrontarmos cada uma dessas propostas com os critérios do Evangelho e da Doutrina da Igreja e não nos deixarmos enganar pelas aparências de bem que espreitam por aí.