Para que trabalhamos? Pensar a dignidade do Trabalho
Dizer que o trabalho dignifica a pessoa incluirá qualquer forma de trabalho? Terá o trabalho valor em si mesmo, independentemente do que se faz?
Dizer que o trabalho dignifica a pessoa incluirá qualquer forma de trabalho? Terá o trabalho valor em si mesmo, independentemente do que se faz?
Que soluções estão ao nosso alcance? Devemos começar por regular as redes sociais e as grandes tecnológicas ou apostar na educação como forma de nos defendermos e de construirmos pontes entre as pessoas?
Mas afinal o que é uma cidade? Que relação tem cada um/uma de nós com a cidade onde habita? E o que significa habitar a cidade?
Olhar as injustiças sob a lente do perdão: talvez seja esse o caminho para uma sociedade que não fecha portas e dá segundas oportunidades.
A solidariedade é urgente e necessária. E é igualmente necessária uma reflexão sobre a nossa relação com os nossos bens. Uma reflexão exigente que abraça várias dimensões: tudo isto que é meu e nosso é, na realidade, de todos.
O processo da inclusão concretiza-se em casos concretos, particulares, em detalhes, e exige de nós uma dedicação e ação constantes. Se as respostas nos parecem simples e gerais, estamos a simplificar e reduzir algo complexo.
Uma reflexão da Comunidade Rupert Mayer sobre os programas eleitorais inspirada pela Doutrina Social da Igreja. O objetivo deste artigo é promover a reflexão e o discernimento, com a consciência de ser um trabalho imperfeito e inacabado.