Perdoar Saramago?
No centenário do nascimento de José Saramago (1922-2009), uma breve reflexão sobre a “resistência católica” ao Nobel da literatura português.
No centenário do nascimento de José Saramago (1922-2009), uma breve reflexão sobre a “resistência católica” ao Nobel da literatura português.
Se não formos capazes de olhar para estes irmãos com olhar fraterno e capacidade de compreender que ter Fé em Cristo é aceitar a Sua humanidade, de que modo teremos capacidade de O envolver em panos, de Lhe oferecer o nosso olhar amoroso?
A definição de bem comum, o sacrifício pelo bem comum e estar ao serviço dele, faz-se, por excelência, na Política, que é a atividade pública mais nobre de todas. Se hoje os nossos filhos não ambicionam a atividade política a culpa é nossa.
História recente da conquista de poder pela União Europeia, em geral, e pela Comissão em particular. E como é melhor aprendermos a lidar com isso.
A curiosidade pode ser algo a cultivar com especial dedicação neste tempo de Advento, em que aprendemos a esperar e a dar espaço a Alguém que nos completará.
Com os desafios da globalização, da pirâmide demográfica e da digitalização, importa criar um contexto de desenvolvimento de competências técnicas mas também transversais que permitam um contributo mais qualificado em relação aos desafios.
Constatar que alguns jovens estão a olhar para os seus comportamentos, a reconhecer que o uso excessivo de media digitais não lhes faz bem, e a procurar estratégias que lhes permitem autorregular comportamentos é um motivo de esperança.
O mistério da Encarnação implica-nos, pois, na atenção e na salvaguarda da força espiritual das nossas formas corporais e existenciais, linguísticas e culturais, lugares que são da presença do Verbo.
O mundo e o pensamento diagonal serão, portanto, a denúncia da domesticação; da vida que não tem de ser, necessariamente, consecutiva e consequente; da vida, que não se tem que se circunscrever a um só plano.
O que se verifica é que, com a crescente digitalização, pessoas que são completamente autónomas e capazes de gerir o seu dia-a-dia, vão ficando progressivamente dependentes de outras.