A riqueza do rosto
Este regresso às aulas está envolto num entusiasmo que há algum tempo não vivíamos. Já não são necessárias as máscaras, e será possível abraçar os amigos com saudade no aguardado reencontro no primeiro dia de aulas.
Este regresso às aulas está envolto num entusiasmo que há algum tempo não vivíamos. Já não são necessárias as máscaras, e será possível abraçar os amigos com saudade no aguardado reencontro no primeiro dia de aulas.
É-me difícil ainda (talvez seja demasiado cedo!) sistematizar ou partilhar aspetos mais relevantes deste percurso tão rico por terras de Jesus mas ainda assim, atrevo-me a partilhar duas vivências.
O brincar ajuda a criança a conhecer as suas capacidades, ao mesmo tempo que interage com o outro e com o ambiente. O brincar pode ser, por exemplo, uma via de acesso às primeiras competências linguísticas.
A nossa participação e dedicação cívica tem muitas cegueiras. Neste texto abordo sete delas, percorrendo cada uma delas mais como quem faz caminho do que como quem possui a solução.
Foi um discurso com decibéis e de crítica aberta contra o Governo, que ocupou mais de dois terços do seu tempo, e menos de um terço a falar sobre as dificuldades da vida das Pessoas e das respostas do PSD perante essas dificuldades.
O diálogo que promovem entre o passado e o futuro, traduz-se numa acção tão conservadora quanto revolucionária: “sem conservação a educação não é simplesmente possível”, mas, atenção, ela deve preparar para a “perpétua mudança”.
“Aqui Deus ganhou para si Inácio de Loyola” – repeti eu, timidamente. E tal como como uma bala de canhão destroçou as pernas e os sonhos de Inácio, esta frase estilhaçou o que eu pensava que sabia sobre Inácio.
Há fatores que condicionam em algumas pessoas a sua capacidade de empatia. Mas a nossa empatia também foi sendo preparada cada vez que alguém nos disse: “já viste como o teu irmão ficou triste e magoado com o que lhe fizeste?”.
Para ver a realidade como é, as coisas como são, eu como sou… é preciso olhar. Sem olhar, as coisas são só coisas, não têm nada a ver comigo e esgotam a sua existência na satisfação das minhas necessidades.
Sandel critica o preconceito segundo o qual as pessoas têm o sucesso que merecem. As que ficam para trás não só se sentem desprezadas pelos que sobem na vida, como interiorizam um complexo de inferioridade e culpa pelo seu alegado fracasso.