«Uma vocação dentro da vocação». Obrigado, D. Daniel, pelo testemunho
Obrigado P. Daniel, obrigado pelo testemunho de uma fé que te levou a viver agradecido e a morrer sem amargura.
Obrigado P. Daniel, obrigado pelo testemunho de uma fé que te levou a viver agradecido e a morrer sem amargura.
Ter dois “bater de coração” num coração é viver em arritmia. Só um bater de coração é bom: o de Cristo. E é nesse que fomos criados. É nesse que somos santos. Temos de parar de fugir de Deus.
Será que pequenos gestos, ordinários e repetidos (tantas vezes, lentamente) são assim tão pouco relevantes? Ou será que levam em si o essencial com uma beleza que apenas não nos chega de forma grandiosa?
Leão XIV sugeriu a leitura do livro «A prática da presença de Deus» de Frei Lourenço da Ressurreição. Saiba mais sobre o autor, este livro que suportou e orientou a vida espiritual do Papa e as semelhanças com a oração inaciana.
Vivemos rodeados de estímulos, urgências e solicitações constantes, mas o maior desgaste do nosso tempo talvez não seja apenas físico ou mental: é a dificuldade crescente de habitar a vida com presença, silêncio e interioridade.
Sejamos coerentes, para sermos mais dignos do mistério divino que celebramos. Preparemo-lo com o coração, de joelhos, servindo e amando.
A Quinta-Feira Santa, a da Ascensão de Jesus e a do Corpo de Deus recordam-nos que a fé católica é o encontro com uma presença viva. Do Cenáculo ao Céu, do Céu às ruas do mundo, Deus continua a aproximar-Se da humanidade.
Para ser integral, o desenvolvimento humano tem de incluir a todos. É o que todos desejamos, para nós mesmos, a nossa família, a nossa comunidade, a nossa nação, a humanidade inteira.
Não sabermos onde o mar começa leva-nos, como a Sophia de Mello Breyner, à presença do real. Leva-nos ao lugar do assombro, do espanto, do milagre confiado, do que, apesar de não ser nada de fantástico, pode verdadeiramente sê-lo.
Será um erro considerar que esta é uma encíclica para fora, que trata da Inteligência Artificial e a ser lida pelos “homens de boa vontade”, porque aquela também é um tratado sobre a Igreja que somos chamados a ser.