Quando um funeral é um mar de gratidão
Fui testemunha de um mar de gratidão inimaginável na despedida do P. João Felgueiras, conta o P. Manuel Morujão, jesuíta que foi a Timor representar a Província Portuguesa da Companhia de Jesus.
Fui testemunha de um mar de gratidão inimaginável na despedida do P. João Felgueiras, conta o P. Manuel Morujão, jesuíta que foi a Timor representar a Província Portuguesa da Companhia de Jesus.
Sete perguntas e respostas que nos ajudam a entrar mais profundamente neste tempo litúrgico tão importante para a Igreja.
P. Manuel Morujão conheceu o P. Arrupe, nas suas passagens por Roma. Sublinha o espírito missionário no Japão, no tempo de Hiroshima, a firmeza no pós Concílio Vaticano II e a obediência na relação, nem sempre fácil, com João Paulo II.
O desejo de ser padre despertou em Manuel Morujão quando o irmão mais velho foi ordenado padre. E confirmou-se num retiro aos 16 anos. Hoje com 72 anos, diz com graça que a vida de um jesuíta é fácil e que custam apenas os primeiros 30 anos
Sete perguntas e respostas que nos ajudam a entrar mais profundamente neste tempo litúrgico tão importante para a Igreja.