O grande peso da liberdade
Foi para a Liberdade que Cristo nos libertou? O diálogo entre Jesus Cristo e o Inquisidor nos «Irmãos Karamazov».
Foi para a Liberdade que Cristo nos libertou? O diálogo entre Jesus Cristo e o Inquisidor nos «Irmãos Karamazov».
Alauda Ruiz de Azúa, em «Os Domingos», mostra o impacto da decisão de Ainara de entrar num convento. Um filme que prende pela reflexão sobre família, crenças, autonomia e dificuldade em aceitar o outro.
Maria é modelo de oração: medita, louva, oferece-se e suplica. Com Ela, os cristãos são chamados a rezar com mais fé, entrega e esperança, pedindo paz, santidade e renovação para a Igreja e o mundo.
Num mundo de solidão silenciosa, relações descartáveis e vidas fragmentadas, viver realmente uns com os outros tornou-se quase contracultural.
Na X Assembleia Social Inaciana, no dia 15 de maio, refletimos sobre que lugar tem a sempre exigente opção preferencial pelos pobres nas nossas áreas e de que forma a relação é o princípio gerador de tudo o que fazemos.
Este ano celebramos 52 anos de uma revolução que destrancou as portas de um país amordaçado. Para um cristão, recordar esta data não é um mero exercício de memória, é reconhecer na história dos homens um eco daquela manhã de Páscoa.
Discernir implica dosear. E dosear tornou-se uma das tarefas difíceis da nossa era digital. Vivemos cercados de possibilidades, mas em défice de consciência, pois a consciência precisa de interioridade. E a interioridade tornou-se um luxo.
Recusar uma política do “grito” não significa desvalorizar os conflitos que atravessam a sociedade. Significa reconhecer que esses conflitos precisam de ser enquadrados de forma a não destruir os laços que tornam possível a vida em comum.
Durante a Páscoa Inaciana Pragal/Caparica [PIPC], pudemos contemplar como Jesus estava no contraste que chegava aos olhos dos que procuravam beleza. Ele estava nesta ténue linha entre belo e repulsivo.
Num tempo que tende a procurar soluções apenas ao nível das estruturas, Leão XIV recoloca o centro no coração humano. Não por ingenuidade espiritual ou obsessão de clérigo, mas por fidelidade ao realismo que brota do Evangelho.