Ceuta, uma crise da humanidade
A humanidade não resolve o problema somente fechando fronteiras, mas cuidando da origem da crise.
A humanidade não resolve o problema somente fechando fronteiras, mas cuidando da origem da crise.
Há algo que preocupa nos processos migratórios: o facto das pessoas serem forçadas a migrar, seja por questões económicas, religiosas, ambientais ou guerras. O que há a combater não é o direito a migrar, mas as causas que obrigam a fazê-lo.
A ressurreição não acontece num mundo justo e em paz. Justo e pacificador é Jesus. A ressurreição acontece num mundo necessitado de ser cuidado e de ter o amor como arma.
A diversidade religiosa e cultural, sem precedentes, merece a nossa atenção e cuidado de forma a promovermos a sua integração.
Mete nojo o tempo que dura este massacre! Mete nojo ver gente encurralada e a ser atacada em Gaza! Mete nojo e repugna a impassividade, o nada ou o pouco que podemos fazer.
Se a beleza é parte do caminho de salvação, como encontrar a beleza onde ela aparentemente parece não existir?
Há que dar a César o que é de Cesar. Ser de esquerda ou de direita é de César. Para Deus não há esquerda ou direita. Há justiça, há uma dignidade humana que é inalienável.
Os direitos humanos podem ser considerados a mais alta criação do pensamento político na história da humanidade. Trata-se de uma série de limites que quem os subscreve os reconhece como irrenunciáveis.
País tem sofrido grande instabilidade politica e económica que culminou em 2020 com explosão no porto de Beirute, gerando grande revolta e impotência para encontrar soluções. O problema não é religioso, é político, fruto da ganância humana.
Que justiça é esta? Uma justiça pouco justa porque falha na essência. Uma justiça que diz que tudo tem de ser perfeito. Uma justiça que exige do outro sem que eu me tenha de implicar.