Limitar o poder num mundo sem árbitro
A fé cristã sempre desconfiou da “messianização” do poder. Recusa aceitar uma ordem que abdica de o limitar porque antecipa o custo para a humanidade mais frágil.
A fé cristã sempre desconfiou da “messianização” do poder. Recusa aceitar uma ordem que abdica de o limitar porque antecipa o custo para a humanidade mais frágil.
Exposição construída por jovens e crianças do bairro da Cruz Vermelha pode ser visitada na Câmara Municipal de Lisboa até dia 19 de março.
O desafio das democracias liberais não reside na presença do outro, mas na dificuldade em repensar os fundamentos de uma vida em comum num imaginário preenchido por Estados-nação egocêntricos.
Logo no início da visita, o Cardeal Pizzaballa, Patriarca Latino de Jerusalém, tentou alertar o P. Arturo Sosa para a complexidade da realidade local: “Ninguém está disposto a envolver-se porque todos acreditam que só eles estão a sofrer”.
As crianças que se comportam como adultos não o fazem só numa esfera privada, antes são exibidas – ou exibem-se em contas “supervisionadas” pelos seus responsáveis legais – nas redes sociais.
Verificada a colisão entre o direito à não separação da mãe e o direito à liberdade, qual deles deve prevalecer?
Participantes em encontro sobre os 10 anos da Laudato si, que decorreu em outubro e contou com a colaboração da Companhia de Jesus, apelam à Igreja em Portugal que aprofunde o seu compromisso com a ecologia integral.
Não faltam apelos dos sucessores de Pedro a resistir à presente onda de racismo, xenofobia, indiferença e recusa de compaixão e empatia.
Com presença activa na COP30, os jesuítas apelam à conversão ecológica e à justiça climática e entregam carta à presidência da COP com apelos construídos coletivamente pela delegação internacional dos jesuítas.
Palco das negociações internacionais sobre o clima, as COP são reuniões anuais realizadas no quadro das Nações Unidas. Elas têm uma importância crucial na luta contra as alterações climáticas.