Os cinzentos
Num levantamento feito há pouquíssimo tempo num universo de 900 alunos, concluímos que os cinzentos elogiam o que em certos casos lhes poderá estar a ser subtraído: fundamentalmente, professores disponíveis e que expliquem bem.
Num levantamento feito há pouquíssimo tempo num universo de 900 alunos, concluímos que os cinzentos elogiam o que em certos casos lhes poderá estar a ser subtraído: fundamentalmente, professores disponíveis e que expliquem bem.
Este exercício semanal desafia-nos a pôr constantemente a nossa prática em questão, no desejo do verdadeiro do magis, para que a nossa vida faça sentido e a nossa missão como educadores possa dar mais frutos.
Apesar de haver necessidade de mais estudos, temos já algumas evidências que sugerem que o uso excessivo das redes sociais pode aumentar sentimentos de depressão, ansiedade, stress, privação do sono, compulsão, solidão e narcisismo.
Ao invés de nos perguntarmos “o que há de tão especial no TikTok para as crianças e jovens ficarem tão viciados?”, talvez devamos perguntar-nos “como aproveito o que há de melhor no TikTok, e capacito os jovens para lidarem bem com isso?”
Perguntámos a 15 crianças entre os 3 e os 13 anos o que sentiram quando puderam observar os rostos dos adultos. Concluímos que as crianças necessitam de ver a face dos adultos para sentirem segurança e bem estar.
Para um cristão, inspirado por Jesus no modo como vai ao encontro do outro e das suas fragilidades, proteger e cuidar de uma criança é tão simplesmente amá-la incondicionalmente. Parece tão simples, mas é o maior desafio das nossas vidas.
O ensino tem, sim, uma importância emancipadora, que, sendo única, não se pode ignorar, relativizar ou desvirtuar; e os professores, se o são de verdade, têm de assumir o dever de educar que lhe cabe.
Festival consiste na realização de pequenos vídeos, criados por estudantes com idades entre os 13 e os 21 anos, em categorias distintas, sobre temas ligados à causa ambiental e ecologia. Dia 9 de junho será já a 11.ª edição do Bgreen.
Experimentar, na primeira pessoa, tem uma importância essencial no Paradigma Pedagógico Inaciano. Para S. Inácio de Loyola, a experiência significava “saborear as coisas internamente“, o que é algo de profundamente pessoal.
Na conversa de hoje, João Paiva dialoga com Gabriela Moita procurando perceber a perspetiva desta psicóloga sobre a relação entre a religião e a sexualidade.