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A falta de professores e de técnicos anódinos

O facto de encontrarmos a falta de professores como uma preocupação transversal a todos os programas eleitorais que os partidos apresentaram para as eleições de março é também reflexo da incontornabilidade do problema.

O ano letivo que começa: quatro ideias

Non multa, sed multum é uma lição simples para as escolas, concretizando o equilíbrio entre hard skills e soft skills que os empregadores desejam encontrar nos seus trabalhadores.

O labirinto das soft skills

O desenvolvimento das soft skills é um labirinto porque o altruísmo que encontramos no seu centro está rodeado de tijolos de narcisismo. O desafio de trabalhar soft skills é essencialmente este.

A desmaterialização do ensino

Para evitar que a virtualidade do mundo digital se sobreponha à realidade da humanidade, torna-se ainda mais decisivo o trabalho sobre os valores e as virtudes que nos permitem cuidar da dignidade dos seres humanos.

Aulas vintage

Se instrumentalizarmos o estudo das Artes e o tornarmos numa mera aportação da competência da criatividade a um programa de desenvolvimento das Ciências, estaremos a ignorar a imensidão do contributo das Artes e Humanidades para a formação.

Os cinzentos

Num levantamento feito há pouquíssimo tempo num universo de 900 alunos, concluímos que os cinzentos elogiam o que em certos casos lhes poderá estar a ser subtraído: fundamentalmente, professores disponíveis e que expliquem bem.

O florescimento humano

O relatório The International Science and Evidence Based Education (ISEE) oferece uma análise muito completa de temas sobre educação, que projeta o futuro das escolas a partir de uma matriz humanista, concretizada no “florescimento humano”.

Da classificação à avaliação

Os instrumentos que contribuírem para a classificação dos alunos assumirão um papel preponderante na aprendizagem, embora todos os intervenientes reconheçam que a avaliação não se esgota na classificação.

Empoderamento, empatia e implicação

É sobre a relação do professor com o aluno que gostaria de refletir, porque, quando me perguntam «O que é que fica da pandemia no ensino?», eu respondo que fica o sublinhado da relevância do professor e da sua relação com o aluno.

A sociedade da inovação pedagógica

A inovação pedagógica tornou-se uma moda. E, lamentavelmente, assumiu o que de menos bom pode ter uma moda, sobretudo quando falamos de educação: a ilusão da novidade, a superficialidade do transitório e o deslumbramento do vendível.