Justiça e reconciliação
Num mundo marcado pela violência, a desigualdade e a degradação do meio ambiente, os jesuítas e, talvez, todos os cristãos não podem encarar a luta pela justiça senão através da lente da reconciliação.
Num mundo marcado pela violência, a desigualdade e a degradação do meio ambiente, os jesuítas e, talvez, todos os cristãos não podem encarar a luta pela justiça senão através da lente da reconciliação.
O maior dilema que se coloca hoje às escolas e educadores: arriscar dar uma educação personalizada a todos e a cada aluno. Mas o desafio não é só das escolas e dos professores. É de toda a sociedade.
Neste desafio que hoje começa, farei equipa com outros seis “jogadores”. Veremos, ao longo dos próximos meses, se conseguimos “impor o nosso jogo” e se foi boa a decisão do “mister” de me por a atacar “pelo miolo” e a refletir sobre cultura desportiva.
Necessitamos de espaços que promovam “um clima temperado”, em que sejam possíveis conversas francas, que se alimentem mais de perguntas abertas do que de respostas feitas.
Para a sociedade portuguesa em geral, e para cada um de nós em particular, o Web Summit é um convite a olhar para o futuro como algo que espera de nós.
Vieira foi um português, um dos maiores. Importa recordá-lo, sobretudo lê-lo. Para aprender dele como acolher com reverência – temperada por saudável espírito crítico – a identidade e a história portuguesas. Artigo publicado em 2018.
A razão do nosso estar-no-mundo é fazer desta Terra Reino de Deus. E – nessa tarefa – aprofundar de coração a busca de Deus, em nós e no mundo. O apelo vem desse horizonte de Transcendência para a vida terrena que vivemos.
O desinteresse e até o mal-estar com a política não saíram do nosso quotidiano. Do revolucionário “tudo é político” parece ter-se passado para um “nada pode ser político”. Mas a política deixou de nos interessar? O político saiu das nossas vidas?
A grande questão dos incêndios tem que ver com a sustentabilidade do mundo rural, com a sua apelatividade, com o seu futuro.
Tal como numa casa, também na política externa, posso abrir a porta para negociar só o que me interessa com os meus irmãos ou flatmates. Mas se não me abro aos espaços comuns nunca vou viver naquilo em que realmente vivo: uma casa! É escolher entre a vida real ou uma second life.