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Contemplando as janelas de Deus

Na errância e na lentidão, próprias da caminhada, vive-se a experiência da rutura instauradora de um tempo novo, com as características próprias de um tempo ritual.

Uma paisagem religiosa em mudança

A Área Metropolitana de Lisboa apresenta as dificuldades habituais, próprias deste tipo territorialidade – por um lado, um espaço integrado de mobilidades, por outro, um espaço de quotidianos fragmentados.

O olhar da vítima

Quanto mais desfiguradas as vítimas, mais facilmente são expulsas do território dos vivos. Mas o que aconteceria se fosse dada a palavra à vítima? Se a história fosse uma narrativa a partir do olhar da vítima?

A fé – entre o público e o privado

Algumas personalidades religiosas tornam-se símbolos de valores amplamente partilhados, sem que a dimensão confessante das suas motivações inviabilize a possibilidade de serem ouvidos por muitos.

Os cantos da casa

A poesia não se dá bem com altifalantes. Procura os lugares discretos. Mas nela encontramos palavras para as zonas escondidas da nossa existência, como quem ilumina os cantos de uma casa.

Silêncio – artes de fazer

O silêncio não é só uma forma de calar. Calados, dizemos e fazemos muito. Em poucas linhas, este texto convida-nos a explorar até onde pode chegar o silêncio (e o que pode sair daí).

Crer é tecer

Grande parte do fracasso de certos modelos de evangelização pode explicar-se pelo facto de se ignorar que as pessoas têm uma história para contar e que cada fio dessa história pode dialogar com a trama do evangelho de Jesus.

Para uma teologia sensível

Com «O pequeno caminho das grandes perguntas», José Tolentino Mendonça atreve-se a fazer não uma teologia para a academia, mas uma teologia atenta às horas e aos lugares do quotidiano, uma teologia de banco de jardim.