Da maneira cristã de lidar com a diferença
A questão da «diferença cristã» é rica, mas não admite respostas fáceis nem simplistas. Fundamentalmente, isto exige que se supere o olhar de suspeita e condenação do outro, conservador ou progressista.
A questão da «diferença cristã» é rica, mas não admite respostas fáceis nem simplistas. Fundamentalmente, isto exige que se supere o olhar de suspeita e condenação do outro, conservador ou progressista.
Na Igreja, como na sociedade, o papel da mulher tende a ser confundido com um papel menor. O de servir, cuidar, amar, orar e ao mesmo tempo ser ativa, ser inteira nas suas várias dimensões que passam por ser mãe, trabalhar, ser esposa, amiga, e ser, apenas. Sem palcos, sem luzes, sem protagonismo. Será realmente assim?
Num tempo de ‘tweets’, ‘soundbytes’ e outras aspas que tais, são essenciais frases como as dos contos de Buzzati, linhas que demoram em nós, sem prazo, sempre inesperadas.
Como construir uma nova catedral dentro de uma velha catedral? Como mudar as quatro rodas de um automóvel com este em movimento? Estas são algumas das inquietações que subsistem entre quem luta para mudar a qualidade da educação.
A alternativa ao «nós» é a dependência dos demónios da divisão e da hostilidade, que conduz ao perigoso crescimento dos extremismos e do medo.
Crise Económica, terrorismo, guerra, refugiados, catástrofes ambientais… assim cresceu a chamada Geração Z, que acusamos de impertinente. Mas não haverá pertinência na sua vontade de mudança?
Se nos dispusermos a rezar com o Papa Francisco pelo combate à corrupção, valeria a pena fazer também um bom exame de consciência. Importa refletir sobre a forma como decidimos e como colaboramos uns com os outros, sobre o nosso modo de proceder no seio das instituições onde trabalhamos e desempenhamos funções.
Sentem-se inúmeras tensões – políticas, sociais e religiosas. Umas são construtivas e alargam perspetivas; outras são destrutivas, e denotam incapacidade de diálogo e discernimento. Como viver em «alta tensão»?
“A justiça nunca se alcança com a morte de um ser humano” (Papa Francisco)
Num momento em que as autoridades do nosso país põem um ênfase grande na responsabilidade dos proprietários pela limpeza dos terrenos, é urgente não esquecer que a resposta ao flagelo dos incêndios florestais exige uma conversão ecológica profunda.