Não desejemos os lugares, desejemos antes os caminhos
Como peregrinos que somos nesta vida tantas vezes indecifrável, sintamo-nos entregues ao caminho, confiantes de que a caminhar nunca estamos sós e que o ritmo é o coração que o impõe.
Como peregrinos que somos nesta vida tantas vezes indecifrável, sintamo-nos entregues ao caminho, confiantes de que a caminhar nunca estamos sós e que o ritmo é o coração que o impõe.
O céu deixa de ser visto como um outro espaço que fica lá em cima. O céu é a geografia do coração de Deus, onde o cerne do nosso dia a dia está escondido em Cristo.
Se nos deixarmos ir ao encontro das bem-aventuranças, verificamos que a “simplicidade de vida” abraçada por Jesus, coincide com uma existência mais plena, na qual o Espírito Santo ocupa a centralidade da vida.
Será no serviço aos outros, na comunhão verdadeira e no «Vede como eles se amam» – o repto, demasiadas vezes negado e ignorado entre nós – que seremos fermento na massa, sal na terra.
O Zé Maria ocupou um lugar único na comunicação da Igreja e foi uma presença moderada, dialogante e humilde nos media. Foi um construtor de pontes, relações e ligações, por todos os sítios por onde passou.
Criámos um Livro de Condolências online e convidamos todos os que conheceram o P. José Maria Brito a deixarem uma mensagem de homenagem. Será uma forma de manter viva a sua memória e tudo aquilo que fez por cada um de nós.
O Zé Maria, como todos o conheciam, partiu para a casa do Pai no dia 22 de abril, ao final da tarde, em Évora, depois de ter sofrido uma hemorragia cerebral. Nas celebrações, foi sublinhada a sua bondade e entrega à missão.
Celebrações decorrerão no Porto, em Lisboa, Évora, Beja, Braga e Coimbra.
Durante cinco anos dirigiu com enorme entusiasmo e espírito de missão o portal dos jesuítas, sendo também diretor do Gabinete de Comunicação da Província Portuguesa da Companhia de Jesus desde 2016. Estava há um ano e meio a viver em Évora.
Precisamos de experimentar a Ressurreição porque o que não é experimentado não cria raízes.