Os alunos aprendem com as pessoas de quem gostam
Uma frase, um sorriso, um reforço positivo são armas poderosas capazes de mudar vidas. De mudar tantas crenças negativas que muitas crianças têm sobre si mesmos.
Uma frase, um sorriso, um reforço positivo são armas poderosas capazes de mudar vidas. De mudar tantas crenças negativas que muitas crianças têm sobre si mesmos.
O Papa continua a interpelar-nos dizendo “que o grito da terra e o grito dos pobres são só um e o mesmo”, o grito que nos transporta ao lugar onde existe privação e sofrimento. O lugar onde cada um de nós poderia estar. À viagem essencial.
Há imensas iniciativas que interligam comunidades de vizinhos e amigos que querem contribuir para dar mais alegria aos espaços públicos, de norte a sul do país.
É na capacidade do sistema de se autorreconhecer, criticar e regenerar que se decide o combate à normalidade do pensamento antissistema: se deixamos de ter uma alternativa válida para apresentar, então o movimento antissistema tem razão.
Só aceitando mergulhar na experiência de tentar olhar o outro de um lugar despido de preconceitos, dogmas, verdades absolutas, lugares comuns…vestindo apenas a nossa Humanidade… talvez aí que consigamos encontrar o verdadeiro rosto de Deus.
Acredito que a experiência da amizade pode inspirar a missão da Escola e aquilo que desejamos proporcionar aos nossos alunos. Afinal, desejamos que a Escola possa ser um lugar privilegiado para que os alunos possam ser quem são.
A democracia, de facto, não é fácil de praticar. Mas convém cultivá-la nos seus traços essenciais, sob pena de minarmos a casa comum e de não nos darmos (nem merecermos) ao respeito.
«A Promessa» de Damon Galgut é um livro de uma lucidez e mestria maiores, que nos dá numa ordinária família de sul-africanos brancos a “ordinária verdade” da nossa natureza caída e da banal mas procedente qualidade dos nossos pecados.
Governar com maioria absoluta é uma oportunidade magnífica dada pelo povo português ao PS. Deve ser acolhida como um dom, algo imerecido.
A utilidade como critério de vida, como indicador do “sucesso” e “progresso” – vocabulário perigoso – oferece-nos das imagens mais distorcidas de Deus que podemos encontrar.