O Outro em mim
Estou constantemente à procura de Jesus nos outros. Se calhar, deveria antes pensar que exemplo de Jesus sou ou quero ser para os outros.
Estou constantemente à procura de Jesus nos outros. Se calhar, deveria antes pensar que exemplo de Jesus sou ou quero ser para os outros.
Todos temos a perceção da importância do brincar e da socialização para as crianças, no entanto, parece que devido à pandemia esta importância ficou ainda mais vincada. E ainda bem!
Cada guerra deveria suscitar um exame de consciência (realista) sobre o que as artes conseguem ou não fazer pela sociedade.
Numa sociedade que faz de tudo para ser o mais agradável e leve possível (é bom para o turismo, é bom para a métrica), convém que não nos esqueçamos das pessoas invisíveis da nossa comunidade.
Diante deste desejo infinito que nos habita, a quem deveremos ouvir? Que credibilidade e que contributo tem Jesus a dar, para merecer a nossa atenção, no meio de tantas outras vozes que chegam até nós?
O erro humano tem sido ampla e profundamente estudado do ponto de vista conceptual, técnico e prático. É preciso mudar a atitude face ao erro, diz quem se preocupa com ele, admitindo que a tarefa é difícil. É o caso do ensino.
Com tantas preocupações do dia-a-dia, é (infelizmente) contranatura dedicarmos tempo a um problema que não nos toca. Mas é aqui que reside a beleza da compaixão, que não se fica pela consciência e empatia face ao sofrimento do próximo.
Acaba de sair o relatório da Fundação Gulbenkian sobre as nossas “práticas culturais”: são fracas e desiguais.
Gostaria de aproveitar esta oportunidade para chamar a atenção para temas que não estiveram na campanha mas que pela sua importância merecem reflexão de todos nós.
Quando gravarmos o nosso epitáfio, talvez possamos dizer que encontrámos esse pastor de grandes olhos, escondido entre as malhas que tecem a vida. E que por Ele a nossa esperança estava cheia de eternidade.