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Afinal, não temos de caçar tesouros

Será que os alunos sabem que são mais do que todos os valores que tiveram de introduzir na candidatura à Universidade? Será que sabem que o resultado que sai em setembro não define o seu valor e aquilo que são? Infelizmente, acho que não

Não estás longe do Reino de Deus!

Num ano tão atípico como o que vivemos, parece-me que não é absurdo que nos confrontemos com a importância do sentido de humor. No meu caso, tenho confirmado a importância do seu papel, de forma especial, dentro de uma sala de aula.

Muito mais do que retângulos

Naquilo que faço todos os dias, tenho encarado a glória de Deus como um lembrete de que Deus não perde uma oportunidade para me visitar e para Se revelar de alguma forma.

O olhar de Simeão

Ouvir aquilo que diariamente acontece e se diz em tempo de pandemia fez-me refletir sobre a minha disposição e o modo como ponho ao serviço o que tenho e o que sou.

A caminho de Emaús

Acredito que, com um olhar criativo, nos possamos ir surpreendendo com o que nos vai sendo revelado e que possamos levar a missão da Escola com sentido. Com o sentido que, apesar de tudo o que mudou, se mantém.

Tu és pedra!

Acima de tudo, prefiro garantir-te que contamos contigo e com tudo o que trazes. Contamos com tudo aquilo que aprendeste, seja pequenino ou grande, durante estes meses em que estivemos fisicamente mais distantes.

Fazermo-nos pequenos

No Evangelho, encontramos, por várias vezes, referências de Jesus aos pequeninos. Enquanto professora, isso traz luz à minha rotina e à forma como procuro acompanhar os meus alunos.

Voltar à minha Galileia

Enquanto professora, vejo a necessidade de adaptar aquilo que faço a esta nova realidade como um desafio exigente. Nunca o fizemos. Por isso, consola saber que a primeira coisa que me é pedida é que não tenha medo.

Centro há só um

Para isso, por onde é que se começa? Por não esquecer de que centro só há um. Logo a seguir? Diria que é preciso perceber que, se é o aluno que está no centro, não é outra coisa.

O resto virá por acréscimo

Bastou um episódio da “Árvore dos Desejos”, que passou na SIC, para me dar muito sobre que pensar. Principalmente, enquanto professora.