E depois disto tudo?
Conseguiremos sair disto tudo com um país parecido com o país que fomos nos últimos dois meses? Isso era muito bom!
Conseguiremos sair disto tudo com um país parecido com o país que fomos nos últimos dois meses? Isso era muito bom!
Talvez a cristalização de um sentimento aconteça de forma mais durável na exposição a uma imagem do que a um discurso. O confronto com uma fotografia pode ser mais impressivo que o impacte causado pelas palavras.
O louvor e a gratidão são destacados ao longo da encíclica, enquanto passo fundamental para o cuidado da casa comum. Também nós temos muito a agradecer durante esta semana Laudato Si´ convocada pelo Papa Francisco.
A história recente dos museus tem sido marcada por novos conceitos de público e inevitavelmente a consciência de que os museus podem e devem participar no processo de educação e formação dos cidadãos.
A fiscalização escrupulosa da atuação de um Governo com poderes acrescidos sobre uma população é precisamente o que uma oposição patriótica deve fazer. E senão nessa altura, quando?
Estamos cansados de estar fechados em casa e de ter de fazer tudo através de ecrãs. A minha esperança é a de que estes excertos, ainda que precisando do ecrã, possam ajudar a sair dele.
Não sabemos como vai ser o próximo ano letivo; é provável que seja marcado por mais tempo dos alunos em casa. Ou alunos mais afastados nas salas. Ou menos alunos em cada sala. Seja como for, vamos ter de mexer na estrutura do currículo.
Não aceitemos menos liberdade, não normalizemos o controlo e a vigilância. Os direitos e os valores democráticos, sobre os quais fomos construindo Estados progressivamente mais justos para todos, não devem ser postos em conflito.
Personagem decisivo na queda do muro de Berlim, segundo Francisco, João Paulo II entrega-nos a herança das pontes que ainda podemos construir.
Mas, nós mulheres, teremos mesmo sido excluídas desse ajuntamento divino? Da última Ceia, a maior das Transformações? Quem, de facto, terá amassado e tornado possível aquele pão?