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Despolitizem-me o corpo

Queria que gostar dos nossos próprios corpos, e existir num tipo de corpo específico, deixasse de ser um ato político radical, e passasse a ser visto como algo natural e desapaixonado.

Abril sinfónico

Nesta minha jornada de crescimento e identidade, tenho chegado a algumas conclusões. Uma delas é que crescer é reatribuir significados aos símbolos com os quais marcamos a passagem do tempo.

Millennials à deriva, uni-vos!

Não nos deixemos consumir pelo ruído das nossas próprias incertezas. O espaço público e político é nosso para ocupar, inteiros, tal como somos: carregados de dúvidas e paradoxos. Questionemos, discutamos. Que tenhamos voz nas decisões.