Últimas

Uma boa morte

Só depois de abraçarmos todas as dimensões da morte — antropológicas, sociais, fisiológicas, psicológicas, emocionais, legais, morais, espirituais, económicas — poderemos começar a regular de forma compreensiva todos os campos adjacentes.

Natal: a história de um parto

A ausência de violência obstétrica na gravidez e no parto não pode depender da sorte ou do privilégio. É uma questão de direitos humanos, da dignidade das mulheres grávidas e que parem.

Despolitizem-me o corpo

Queria que gostar dos nossos próprios corpos, e existir num tipo de corpo específico, deixasse de ser um ato político radical, e passasse a ser visto como algo natural e desapaixonado.

Abril sinfónico

Nesta minha jornada de crescimento e identidade, tenho chegado a algumas conclusões. Uma delas é que crescer é reatribuir significados aos símbolos com os quais marcamos a passagem do tempo.

Millennials à deriva, uni-vos!

Não nos deixemos consumir pelo ruído das nossas próprias incertezas. O espaço público e político é nosso para ocupar, inteiros, tal como somos: carregados de dúvidas e paradoxos. Questionemos, discutamos. Que tenhamos voz nas decisões.