Uma viagem pelo Império do Sentir
«Segue o que sentes» é habitualmente usado como sinónimo de liberdade para fazer escolhas conforme “o que diz o coração”. Mas, e se um sentimento tiver várias fases? Eis o mote (implícito) deste pequeno ensaio.
«Segue o que sentes» é habitualmente usado como sinónimo de liberdade para fazer escolhas conforme “o que diz o coração”. Mas, e se um sentimento tiver várias fases? Eis o mote (implícito) deste pequeno ensaio.
A experiência da dor é das experiências existenciais mais profundas que nos é dado viver. Viver é experimentar a dor e tentar encontrar um sentido ativo, não alienante, que busca animar o ser humano na experiência de crescimento espiritual.
Experimentar, na primeira pessoa, tem uma importância essencial no Paradigma Pedagógico Inaciano. Para S. Inácio de Loyola, a experiência significava “saborear as coisas internamente“, o que é algo de profundamente pessoal.
Temos a possibilidade de questionar que Europa queremos, como europeus, que mundo queremos e como queremos participar, não só como europeus, mas como cidadãos do mundo.
A invasão russa da Ucrânia veio colocar a defesa europeia na ordem do dia. Mas a defesa faz parte da integração europeia praticamente desde que ela começou a tomar forma. Sendo que a paz é objetivo central na integração europeia.
Perante este pedido de um coração em paz, saibamos também ser pacificadores do mundo, das relações e dos corações à nossa volta.
Ao mesmo tempo, o Instituto Nacional de Estatística (INE) apresentou esta semana dados que indicam que a taxa de abandono precoce da educação e formação desceu em Portugal, ainda que com variações por regiões, pelo 6º ano consecutivo.
Se é verdade que os jovens estão no centro das transformações sociais e nelas desempenham um papel importante, não creio que lutar pela “eterna juventude” tenha futuro. Precisamos, isso sim, de reformar o modo de sermos adultos.
Querer viver a alegria cristã ignorando a cruz dos irmãos é ambicionar atravessar uma rua sem tocar a estrada. Por muito que se salte, se corra, se brade e se gesticule, não sairemos do mesmo sítio.
O modo como vivemos o que nos é dado viver, as escolhas que fazemos, as decisões que tomamos podem resgatar-nos e restaurar-nos, mesmo quando nos confrontamos com uma situação que não desejamos de todo.