O mundo não é só bola. Ou é?
Sejamos francos, a participação portuguesa neste Campeonato do Mundo foi fraquinha, fraquinha, fraquinha…tão fraquinha que até dói!
Sejamos francos, a participação portuguesa neste Campeonato do Mundo foi fraquinha, fraquinha, fraquinha…tão fraquinha que até dói!
Quando “avançar para diante” implica deixar de olhar para a pessoa, fechar-se no seu egoísmo, ser indiferente à vida ou morte do semelhante, estamos em evidente regressão.
A notícia recente da nomeação do Padre Belmiro Chissenquete, espiritano, como bispo de Cabinda provocou certas reacções na imprensa, invocando esta que o bispo de Cabinda deveria ser alguém originário do enclave.
Quem pode encontra as melhores alternativas para filhos, seja nos melhores colégios, em espaços com pedagogias alternativas ou em ensino doméstico. E quem não pode? É tempo de nos unirmos e pensarmos no que queremos para uma nova geração.
Na Europa, tal como nos EUA, estamos a assistir a uma viragem populista cujo êxito ainda não nos é dado prever. Os paralelos com “The Handmaid’s Tale” ou “1984” têm de nos deixar alerta.
A ficção não será útil no sentido em que uma chave de fendas ou um computador são úteis, mas serve para muitas coisas. Desde logo, para dar, ou para “ir dando”, sentido ao mundo.
A culpa pode também ser do próprio Marcelo, que é tudo do melhor que há e ao mesmo tempo tudo o que é excessivo e corre mal. Estava tudo tão bem, para quê ainda ir ao Rock in Rio falar à frente de um painel cheio de marcas publicitárias?
David Attenborough tem-nos surpreendido, ao longo das últimas décadas, com livros e programas televisivos impressionantes de um «planeta vivo». Visitar o mundo com ‘sir’ David é redescobrir o espanto pela vida.
O professor operário até pode ter razão quando tenta recuperar os 9 anos, 4 meses e 2 dias em que a sua carreira foi congelada. Mas essa não é a questão; nem a solução. É preciso recomeçar de novo e encontrar um novo Estatuto da Carreira Docente que crie a estabilidade e justiça de que o professor pessoa precisa para poder viver em paz.
Muitas têm sido as iniciativas deste Ano Europeu do Património Cultural – 2018. Temos assumir a capacidade de garantir que o que recebemos deve ser preservado, protegido, beneficiado e transmitido nas melhores condições às gerações futuras.