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O amor tem as suas contas

Uma ponte, um jovem ferido da guerra, uma mulher que passa, e o ofício de contar. Com estes ingredientes, e escrevendo no pós-guerra, Heinrich Böll lembra-nos que o amor transforma a nossa forma de contar e de sermos humanos.

O nome da Tulipa

A multiplicação de autores e de obras, embora nos apresente constantemente novas vozes, tem também o risco de nos fazer esquecer os nomes de autores importantes. Teremos memória que chegue para o novo e o antigo?

O encontro

O encontro ou reencontro com uma pessoa nunca é uma situação banal e isenta de consequências. Os encontros transformam-nos, convertem-nos, abrem-nos a novas direções.