Entretenimento, um retrato político
Até que ponto o entretenimento se está a tornar num factor determinante do modo como vivemos em sociedade? Será isso trágico? Estaremos cientes dos riscos?
Até que ponto o entretenimento se está a tornar num factor determinante do modo como vivemos em sociedade? Será isso trágico? Estaremos cientes dos riscos?
Carta de Inácio de Loyola a quem chega ao fim de mais uma etapa.
O 10 de junho é um dia bom para nos orgulharmos do esforço e da valentia dos portugueses que vivem “lá fora” e do esforço e da valentia dos que precisam de vir viver “cá dentro”.
Entre uma mensagem e uma ausência de mensagem, o que escolher?
Recuperar o coração significa, em primeiro lugar, restabelecer a totalidade que a contemporaneidade parece esquecer. É fácil ficarmos presos em visões parciais e fragmentadas do homem e da realidade, no nosso pequeno mundo.
A participação democrática é uma aprendizagem e, como qualquer aprendizagem, se não há quem cuide de a promover, ela não vai ocorrer.
Se é certo que a fé não deve ser confinada ao âmbito privado, mas tem o direito e o dever de reivindicar uma participação no espaço público, também não pode ficar refém de um discurso político particular.
Podia começar centenas de parágrafos com coisas preciosas que Chico Buarque nos deu, ao ritmo de mais do que uma por canção.
Numa altura em que recrudescem os nacionalismos e extremismos, convém lembrar que a História da Europa é também a da sucessão de sangrentos conflitos. A paz tem sido a excepção. O mundo não começou ontem. É bom lembrá-lo.
No espaço de catorze dias, entre os domingos de Ramos e de Páscoa do ano de 1937, Pio XI publicou nada menos que três encíclicas. Nesses documentos, expressa-se o modo como a Igreja se situou diante do nazismo e do comunismo.