O nosso Deus tem espinhas
Passamos a vida a tirar as espinhas a Deus. Alguns para fazer dele um pega-monstro ou um boneco antisstress. Alguns para afiar as vértebras. Confunde-nos um Deus que nos leva demasiado a sério.
Passamos a vida a tirar as espinhas a Deus. Alguns para fazer dele um pega-monstro ou um boneco antisstress. Alguns para afiar as vértebras. Confunde-nos um Deus que nos leva demasiado a sério.
Com o Natal quase a chegar, o Provincial dos jesuítas em Portugal lembra-nos que, mesmo num mundo e numa história com feridas e sombras, Jesus é a luz persistente e forte que vem alegrar e salvar as nossas vidas.
Subo às alturas de onde desceste e há um anjo que me anuncia.
Viagem visitará missões inacianas desenvolvidas pelos jesuítas nos séculos XVII e XVIII no então Paraguai (hoje Paraguai, Brasil e Argentina) e terminará nas calle de Buenos Aires, onde nasceu, cresceu e se tornou padre o Papa Francisco.
Caminhava pelas ruas de barba já branca, mas sempre rodeado de crianças que viam em mim um avô. E eu via nelas o sorriso de Cristo.
José é esposo, pai e companheiro. É uma inspiração para todos, mas principalmente para os homens de hoje. José leva no seu coração o grande mistério que envolve Maria. Homem pragmático, ele sonha com a vontade de Deus e põe-na em prática.
Amar é querer o bem da pessoa que se ama.
Hoje começa a novena do Natal, nove dias de oração inspirados pelo ritmo da gestação e da promessa.
O meu olhar deteve-se na única parte do corpo exposta: as mãos. Têm algo de especial: chagas.
Só os humildes e que se sabem pobres sabem acolher a Encarnação, pois são os que deixam tudo para ir ter com o Senhor.