Porque é que estamos sempre a dizer que não temos tempo?
Nunca tivemos tantos recursos, ferramentas e facilidades como hoje, mas continuamos a insistir, mais que nunca, que estamos sem tempo.
Nunca tivemos tantos recursos, ferramentas e facilidades como hoje, mas continuamos a insistir, mais que nunca, que estamos sem tempo.
A celebração que assinala a incorporação definitiva no corpo da Companhia de Jesus aconteceu no dia 3 de janeiro, na Igreja de Santa Maria do Olival, em Tomar.
Neste primeiro dia do novo ano, o P. Nuno Tovar de Lemos fala do Céu, não um lugar mas descrevendo uma situação de total comunhão com Deus, onde se vive só de amor.
Que o Natal seja uma ocasião para, olhando o Senhor que se faz estrangeiro no meio de estrangeiros, aprendamos dele a urgência do acolhimento, da obediência à vontade do Pai e da promoção da paz e da justiça.
Como seria a nossa vida se vivêssemos a partir do amor, se praticássemos a justiça e se acolhêssemos a realidade e os seus limites? O que podem os valores da libertação, do descanso e da restauração dizer aos nossos dias?
Ver para crer. Tocar para acreditar. Estes meses foram cheios da presença de Cristo em tudo o que me rodeia. Na comunidade ferida, nos jovens apaixonados, nas despedidas súbitas.
É hoje! Ele nasceu!
Neste Natal, deixemos que esta palavra nos habite — e transforme a forma como vivemos, amamos e nos comprometemos.
É véspera de natal. O Deus Menino entra no mundo frágil e delicado, como qualquer outra graça que nos foi confiada. E essa fragilidade, envolta em panos, é o sinal prometido aos pastores que lhes permitirá reconhecê-Lo. Não é de loucos?
Com o Natal quase a chegar, o Provincial dos jesuítas em Portugal lembra-nos que, mesmo num mundo e numa história com feridas e sombras, Jesus é a luz persistente e forte que vem alegrar e salvar as nossas vidas.