José é de uma importância inversamente proporcional à sua presença nos relatos do Evangelho. Não lhe é conhecida uma única palavra e desaparece sem deixar rasto. Num tempo com tanto ruído, ele inspira-nos a cultivar o silêncio e a discernir a maior glória de Deus. José faz o que tem a fazer, mas não ocupa o centro.
Vive à escuta, trabalha e cuida. A sua autoridade brota do serviço, protege o que é frágil com a coragem de quem se levanta de noite para garantir o pão à sua família e não procura atalhos. Mostra que tudo brota da liberdade para mudar de rumo indo onde Deus nos chama.