A casa dos avós: o lugar onde tudo começou
A casa dos avós foi o primeiro mosteiro da minha infância: onde se rezava com o corpo, se aprendia com os afetos e se partilhava com verdade.
A casa dos avós foi o primeiro mosteiro da minha infância: onde se rezava com o corpo, se aprendia com os afetos e se partilhava com verdade.
Cerca de 40 alunos do ensino secundário e profissional dos colégios das Caldinhas e São João de Brito viajaram até Loiola e Xavier para se deixarem conduzir por Deus, tal como o fez Inácio e Xavier.
Os nossos filhos precisam de se habituar a ser criativos na forma de ocuparem os seus tempos livres, resistindo à resposta de entretenimento e recompensa imediata dos ecrãs.
Além dos tradicionais campos de férias do CAMTIL, Campinácios e Gambozinos, da colónia de férias de Rabo de Peixe e do Centro P. Amadeu Pinto, este ano regressa o CABing e há Caravana e jubileu dos jovens em Roma.
Durante dois dias, estiveram reunidos professores do Colégio das Caldinhas e do Colégio de S. João de Brito para refletirem sobre o modelo de ensino da Aprendizagem por Refração.
Precisamos de cuidar melhor da nossa memória; de a reconhecer como um verdadeiro dom e de aprender a contemplar a nossa vida, sem pressa.
Lidar com a nossa tristeza e a dos outros é uma aprendizagem. Não podemos escolher não sentir tristeza diante das perdas, mas podemos impedir que as perdas signifiquem tristeza.
“Não é o muito saber que sacia a alma, mas o sentir e saborear internamente.” — O conselho de Santo Inácio que pode mudar a forma como vivemos este tempo de exames.
Se é pelo exemplo que mais aprendemos e se o lema do colégio é “educar para servir”, ninguém como o sr. Alves foi melhor emblema vivo deste mote.
Quanto mais adormecidos, quanto mais vazios nos sentirmos, quanto mais isolados estivermos, mais fácil é sermos ludibriados. É isso que queremos para nós e para as novas gerações?