Adaptar o anúncio por fidelidade ao Evangelho
A fidelidade no anúncio joga-se na tensão entre conservação e mudança. Por isso, a transmissão da fé é necessariamente ato de tradução, mesmo que no risco de traição.
A fidelidade no anúncio joga-se na tensão entre conservação e mudança. Por isso, a transmissão da fé é necessariamente ato de tradução, mesmo que no risco de traição.
Está na moda dramatizar esta condição de pais. É um tema pesado, denso, teórico, complexo. Achamos que por haver o risco de sermos maus pais não devemos ser pais (…) O único pai irrepreensível é Deus, a nossa vocação é mais modesta.
Cuidar do futuro de Monsanto ou cuidar da recuperação de outras paisagens, sonhando novos lugares de reconhecido valor ecológico e cultural, será, sempre, uma questão de justiça intergeracional.
A arte de guardar no coração exige as mãos abertas. E, então, transformas-te no amor, porque não possuis.
Nesta minha jornada de crescimento e identidade, tenho chegado a algumas conclusões. Uma delas é que crescer é reatribuir significados aos símbolos com os quais marcamos a passagem do tempo.
Vivemos numa época de migração em todos os planos da vida: no geográfico, no profissional, no afectivo, no intelectual — e no religioso. Como pode a fé religiosa, com o seu apelo ao intemporal, manter-se em contextos onde tudo é efémero?
A educação de conveniência emerge, de facto, como deseducação, o que leva alguns pensadores a proporem, como uma das missões mais nobres e radicais da educação, a luta contra a própria educação
Quando as campanhas de emergência climática se multiplicam, e o mundo se mobiliza contra as alterações climáticas, ouvimos clamores de proteção aos refugiados climáticos. Mas como proteger algo que oficialmente não existe?
O livro “Primavera” de Ali Smith é uma poderosa evocação da frágil mas sempre bem-vinda irrupção da vida.
O Estado, que somos tod@s, deve intervir diretamente nas funções de soberania e nos serviços públicos, e regular os mercados, orientando-os para o bem-estar generalizado.