Últimas

Os pecados que inventámos

Pelo menos duas vezes por ano lá íamos nós em fila ao confessionário, como quem ia ao dentista. Eventualmente cresci. E foi o que me valeu. Fui percebendo que a confissão é a Reconciliação, primeiro connosco e depois com Deus.

Mãe, não quero ir à Missa

Quando os filhos nos pedem para não ir à Missa, hesitamos e questionamos onde começa a liberdade deles e acaba a nossa obrigação, ficamos sem resposta pronta. E não há resposta.

A irrelevância dos pais

Está na moda dramatizar esta condição de pais. É um tema pesado, denso, teórico, complexo. Achamos que por haver o risco de sermos maus pais não devemos ser pais (…) O único pai irrepreensível é Deus, a nossa vocação é mais modesta.

Como criar filhos felizes?

Procurar o Mozart, o Einstein ou o Ronaldo que há em cada dos nossos filhos dá uma trabalheira que não se imagina. Não tentem que até é perigoso. Ora, nem eles nem eu aguentámos o desafio.

A minha sorte

A pobreza aumentou, as desigualdades denunciaram-se e afundaram-se e o elevador social da educação parou e avariou-se. E ninguém quer saber. Ninguém que possa concertá-lo quer saber. E é assim que começam os conflitos sociais.

O meu caminho de santidade

Ser mãe deve ser o menos enigmático caminho de santidade. Deus deu-nos as pistas todas, mostrou-nos o modelo – Maria – e ofereceu-nos os melhores mestres – os nossos filhos. E assim nos ensinou a amar e a ensinar amar.