Envelhecer com direitos – uma emergência para hoje e para amanhã
Os direitos humanos não têm limite de idade e por isso nenhum direito humano fundamental pode ser desconsiderado ao longo de todo o nosso percurso de vida.
Os direitos humanos não têm limite de idade e por isso nenhum direito humano fundamental pode ser desconsiderado ao longo de todo o nosso percurso de vida.
Partir(-se) para (se) dar, na exposição ao outro, é o núcleo da constituição do corpo comunitário, neste caso como corpo eclesial, o que permite falar da Igreja (concreta e local) como corpo de Cristo ou corpo de Deus.
Gostaria muito que o nosso sistema educativo ajudasse a desenvolver Aprendentes-Ativistas. Crianças e jovens que têm o seu percurso escolar baseado numa intencionalidade educativa geradora de novos mundos.
De facto, a democracia é uma entidade frágil porque é difícil aprendermos que sermos confrontados é melhor do que cedermos ao conforto. Tornaram-se recorrentes expressões como: “se calhar é melhor não expormos as pessoas a estes conteúdos”.
Só depois de abraçarmos todas as dimensões da morte — antropológicas, sociais, fisiológicas, psicológicas, emocionais, legais, morais, espirituais, económicas — poderemos começar a regular de forma compreensiva todos os campos adjacentes.
Precisamos de redescobrir o caminho da humildade e da mansidão, da misericórdia e da compaixão, até aceitarmos o risco das lágrimas, da sede e da perseguição por amor da justiça e da paz.
Não há orgulho entre um pai e um filho, assim como não há justiça quando o que está em causa é a misericórdia de um pai. Os filhos – disse-me o padre António Vaz Pinto – não se educam com justiça, mas sim com misericórdia. Chega e sobra.
Ao contrário do que vem sendo veiculado (quais “fake news” que só são falsas quando não exprimem a opinião pretendida), o Supremo Tribunal dos EUA não proibiu o aborto: relegou a decisão para os Estados que são quem deve legislar.
Neste encontro/confronto connosco, com os outros e com as palavras do Papa, somos chamados a desinstalar-nos, a questionarmo-nos e a agirmos.
Num levantamento feito há pouquíssimo tempo num universo de 900 alunos, concluímos que os cinzentos elogiam o que em certos casos lhes poderá estar a ser subtraído: fundamentalmente, professores disponíveis e que expliquem bem.