Uma Páscoa diferente
Passei uma Páscoa diferente, junto da Meryem e da sua família. Foi uma Páscoa especial. A Meryem decidiu levar-me até à igreja, onde nunca tinha entrado.
Passei uma Páscoa diferente, junto da Meryem e da sua família. Foi uma Páscoa especial. A Meryem decidiu levar-me até à igreja, onde nunca tinha entrado.
Se, como sociedade, estimarmos o ensino – por o consideramos requisito da preparação das novas gerações e, por via dela, do bem-comum –, devemos indagar as razões do seu evitamento.
A perspetiva pascal de Inácio surge numa época de mudanças profundas – o início da globalização, a reforma, a contra reforma – em que havia que discernir a direção a seguir para se pôr ao serviço do Senhor.
A vida da Igreja, em génese permanente, vive da relação recíproca, por vezes tensional, entre Liberdade e Autoridade.
Para um cristão, onde quer que se encontre, o apelo é sempre o da proximidade, seja muito ou pouco o que leva no bolso. Porque, se é certo que ter confere poder, é ainda mais certo que basta ser para se poder dar.
Ao longo do nosso caminho são vários os momentos, as pessoas, as experiências, que nos permitem olhar e ver Deus, e que importante é sabermos cultivá-las para vivermos focados no essencial, a alegria do encontro com Jesus.
Ao centrar a educação em receitas e slogans de marketing, ao sobrecarregar os educadores com burocracias sisíficas, ao ditatorialmente impor à escola a solução de todos os problemas, não a teremos esvaziado da sua essência?
“Tudo, em todo o lado, ao mesmo tempo” podia bem ser o título de uma experiência de fé, de um caminho de encontro com Deus, durante o tempo de uma vida.
O sentido de justiça social, que levou a reformas do capitalismo, mostra-se esmorecido. Assim se vai espalhando a “economia que mata”, nas palavras do Papa Francisco.
Encontramos estes dois personagens há séculos, na nossa vivência de Fé, mas enquanto Igreja, o que me faz refletir, mais ainda, é como reagimos face a eles.