Por uma luta contra a indiferença
Uma sociedade decente não pode aceitar que há uma equivalência entre os que têm o que comer e onde dormir e os que não têm, deixando que as diferenças de resultados se expliquem todas pelo mérito.
Uma sociedade decente não pode aceitar que há uma equivalência entre os que têm o que comer e onde dormir e os que não têm, deixando que as diferenças de resultados se expliquem todas pelo mérito.
«As páginas deste texto podem ajudar a redescobrir coisas antigas na Palavra de Deus e na tradição que são surpreendentemente sãs e vivas, enquanto algumas coisas recentes podem ser pouco pensadas e muito unilaterais.»
Como peregrinos, tendo diante de nós os fins – aquilo que desejamos semear no terreno fértil da vida complexa de cada aluno e aluna –, escutemos, no nosso interior, a frescura das palavras do Papa Francisco na JMJ.
A sensibilidade social de Inácio irá ser reelaborada à luz do discernimento espiritual, de modo a acertar com a vontade de Deus na resposta a dar aos desafios do tempo.
Quando nos dispomos a olhar nos olhos, quando nos dispomos a um encontro profundo com o outro e quando nos entregamos de coração, o nada é o milagre a acontecer.
Ao contrário do jugo pesado imposto pelas prescrições da antiga Lei, o jugo de Jesus é suave e o seu fardo é leve. E tudo isto brota de um coração manso e humilde (Mt. 11, 29-30).
Em reduzido número, estavam aqueles que se entregavam ao exercício proposto com desejo de voltar a saborear pelo menos os dias melhores, por impossibilidade de os passar todos ao papel.
Como qualquer encontro com Jesus nas nossas vidas, precisamos de tempo para o reler. A velocidade da semana da Jornada precisa de uma re-leitura lenta, saboreada e com tempo. A onda gigante que vivemos precisa de ser “re-surfada”.
Nas últimas décadas foram frequentes as chamadas de atenção dos Papas para os limites morais do mercado. Limites que nem todos acolhem, porque é mais cómodo deixar funcionar o mercado do que debater valores morais.
Como é que este ano nos está a educar e a fazer crescer? Que prioridades educativas podemos extrair da JMJ e da sua ‘quaresma’? Como poderia ser uma Educação com um ‘currículo’ JMJ?