Pai S. Bento
Estamos a terminar um ‘mês europeu’: começou com eleições para o parlamento europeu e termina com a final do Euro. E hoje recordamos justamente o patrono do nosso antigo continente: São Bento. Com ele regresso ao tema da paternidade.
Estamos a terminar um ‘mês europeu’: começou com eleições para o parlamento europeu e termina com a final do Euro. E hoje recordamos justamente o patrono do nosso antigo continente: São Bento. Com ele regresso ao tema da paternidade.
Entregue exclusivamente a si mesmo, o ser humano acaba por se autodestruir, pois amputado e truncado do próprio Deus que o criou, o conserva na existência e o conduz ao longo de uma história de salvação em vista da liberdade plena.
Cientes deste paradoxo, muito humano, os educadores dignos desse nome não abdicarão do propósito de dignificação humana, porquanto ele é, tanto quanto podemos vislumbrar, a única via para a construção da paz.
Além de pedir perdão, reparar significa um esforço ativo em garantir que os sucessores deste sistema não continuam a beneficiar dele à custa destas minorias.
No palco, o diário íntimo da artista abre-se ao público, tornando-se parte de cada um dos presentes, criando um espaço de partilha e empatia, onde a música se torna um elo poderoso que une as pessoas por meio das suas vivências colectivas.
Que justiça é esta? Uma justiça pouco justa porque falha na essência. Uma justiça que diz que tudo tem de ser perfeito. Uma justiça que exige do outro sem que eu me tenha de implicar.
É um bom livro, mas é um livro difícil e, no entanto, quem é que disse que a leitura tem de ser fácil, às vezes, temos de olhar uma natureza morta o tempo suficiente para descobrirmos que, afinal, é bela e está carregada de vida.
Uma sociedade mais igualitária requer uma organização de trabalho mais justa, e a justiça requer uma divisão mais igualitária do cuidado.
E o breve fez-se eternidade. Vivian Maier é um pretexto para aqui vos trazer o Zé Maria, para o lembrar como o homem bom que era. Um abraço, Zé.
A grande proposta política dos radicais, depois de culparem as elites, os ricos ou os imigrantes, as minorias ou as maiorias, é fundamentalmente a mesma: um Estado protector.